SOBRE A IGREJA - IGREJA TENRIKYO AMAZONIA

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SOBRE A IGREJA

Um breve histórico


 FOTO DA I SEDE DA IGREJA TENRIKYO AMAZÔNIA (1972 ~ 1994)
 

APRESENTAÇÃO
  
   A Igreja Tenrikyo Amazônia teve origem através das atividades do departamento de Missões Ultra-Marinas da Igreja-Mor de Honshiba.  Localizada na cidade de Ananindeua, Estado do Pará e pertence a Região Norte do Brasil, foi inaugurada no dia 20 de Agosto de 1972. O Primaz Tateo Maruoka que era o condutor do Centro de Divulgação Amazônia e empossado como o Primaz da Igreja Tenrikyo Amazônia, retornou fisicamente, um pouco antes de sua inauguração. No dia 26 de julho de 1972.  Treze dias após o ocultamento físico do Primaz, o terceiro filho Yoshio Maruoka assume como o II Condutor. Atualmente, a Igreja Tenrikyo Amazônia conta com dezoito Casas de Divulgação e um Centro de Divulgação situadas em diversos locais na Região Norte e também em outras regiões do Brasil. Realiza diversas atividades de divulgação deste ensinamento, sócio-culturais e educativas como a Escola de Língua Japonesa e demais atividades; ainda sob a condução do II Condutor Yoshio Maruoka.






CONSIDERAÇÕES GERAIS
 
   A Igreja Tenrikyo Amazônia teve origem através das atividades do departamento de Missões Ultra-Marinas da Igreja-Mor Honshiba. Mas já existia muito antes, uma forte predestinação e concomitante razão divina para que se tornasse realidade. Ela se ampara nas origens da Fé que o pai do Primaz da Igreja Tenrikyo Amazônia, Senhor Yoshitomo Maruoka já havia expressado várias vezes em sua pretensão para “divulgar a Fé do Tenrikyo no exterior”. Isto bem antes do planejamento das Missões Ultra-Marinas da Igreja-Mor de Honshiba.

Anos mais tarde, os irmãos Takashi e Azuma Maruoka vieram para a Amazônia como imigrantes com a responsabilidade em desbravar os territórios ainda pouco habitados desta região do Brasil. Assim, Deus Parens certamente, iniciou a caminhada rumo à divulgação dos ensinamentos nesta vasta região que em muitos locais, ainda eram quase inabitados. Quando ainda estavam no Baixo Amazonas, sentiram e reconheceram a necessidade da divulgação dos ensinamentos deste Caminho para a população desta região do país, tão afastada de tudo e muito pobre.  Escreveram então uma carta de solicitação para que fosse instalada uma Casa de Divulgação dos Ensinamentos do Tenrikyo nesta região.  A razão de Deus, sutilmente nos influencia e nos encaminha. Podemos dizer que isso é o caminho da predestinação. A razão de sentirmos gradativamente as orientações de Deus é que nos faz acumular virtudes e entender a razão da fé de nossos ancestrais.

 
ORIGEM DA FAMÍLIA MARUOKA
 
   Yoshitomo Mizoguchi pai do Primaz desta Igreja nasceu no dia 09 de fevereiro de 1878, no estado de Miyazaki, município de Nishimorokata, bairro de Okoubira no Japão, na região de Kyushu. Era o segundo filho de Kumajirou e Mine Mizoguchi. A família Mizoguchi era uma família da Classe de Samurai (samurai: Após o restabelecimento da era Meiji, as famílias que eram de classes dos samurais, foram subdivididas na seguinte ordem; SHIZOKU:  No topo, Nobres e Samurais, na base os plebeus.
 Em 1892,quando Yoshitomo completou 15 anos, e se tornou adulto pela tradição da época, perderia a garantia da sucessão familiar por ser o segundo filho, perdendo o título de nobreza e se tornando um plebeu. Kumajirou, por amar o seu filho, não queria que ele se tornasse um plebeu, pensou bastante e decidiu afilia-lo a outra família de nobres.
Na época, a família Maruoka que tinha o título de Samurai não tinha sucessor e em 1894, após algumas negociações, Yoshitomo Mizoguchi foi adotado pela família Maruoka com o direito de usar o nome e a influência de uma família de nobres. Então ele se tornou Yoshitomo Maruoka iniciando assim, sua ligação com a predestinação da família MARUOKA.


ORIGEM DO INGRESSO DA FÉ NO TENRIKYO
 
   O Primogênito Yoshiaki, o filho mais velho, tinha um histórico escolar excelente, pois gostava muito de estudar. Era a maior esperança do pai. Quando Yoshiaki estava na 4º série do ensino médio e com 16 anos, ficou doente de repente. Sentiu náuseas e vomitou sangue.  Yoshiaki havia contraído tuberculose. Sua mãe Eda ficou muito aflita e preocupada, pois, não havia cura naquela época para tal doença. Todos que conheciam se afastavam com medo do contágio. Eda estava aflita.  Não acreditava que o filho com quem ela mais contava estava com tuberculose. Os médicos aconselharam-na para que deixasse Yoshiaki isolado. Yoshitomo, que também estava desesperado e preocupado, deixou os filhos Massaki e Azuma aos cuidados de sua família de origem que era a família Mizoguchi, acontecendo assim a inevitável separação familiar.

   Foi nesta ocasião de puro desespero que um dia, uma senhora bateu na porta da família Maruoka dizendo: “Sou da igreja Tenrikyo”.  Eda apesar de fraca conseguiu atender a visita. E sem saber o que fazer, acabou por prestar atenção naquela senhora que começou a falar sobre Deus, perguntando se ela podia fazer a oração nela e em Yoshiaki.  Eda, vendo a seriedade daquela senhora, não pôde rejeitar o pedido.  Principalmente pelo fato dela ter ido numa casa de tuberculosos sem receio, o que era raríssimo de acontecer. Então ela administrou o Osazuke – a Bênção nos dois.  A partir deste dia, esta senhora visitava Eda e Yoshiaki diariamente, sem falhas. Inicialmente, fraca e sem forças para andar, no quarto dia Eda sem mais nem menos conseguiu ficar de pé. Nessa hora, Ela escreveu uma dedicatória de agradecimento para a senhora do Tenrikyo, pedindo também que parasse com as visitas. Esta senhora era missionária de uma Igreja pertencente à Igreja-Mor de Honshiba e seu nome era Kayo Maruyama.  Esses foram os primeiros contatos que a família Maruoka teve com a religião Tenrikyo.

   A Missionária Maruyama, mesmo tendo recebido o pedido para parar com as visitas doutrinárias, voltou a visitá-los quatro meses depois.  Eda notou que fora graças à razão do Osazuke – Bênção Divina do Tenrikyo que ela conseguiu se levantar naquele dia.  E durante a sua constante luta contra a doença, almejava que ela retornasse a visitá-los novamente. Foi então que ela voltou.  Nesse momento, via-se lagrimas descendo dos olhos dos dois, começando então os primeiros passos para a aceitação desta fé.
Eda conseguiu perceber e compreender a predestinação da família Maruoka. Refletiu e chegou à conclusão de que se deixasse como estava, todos os seus filhos seriam dizimados pela predestinação. Ela então optou por estudar, aprender e ser disciplinada pelo ensinamento do pai, criador deste mundo. Com as orientações de Deus, estava disposta a fazer qualquer coisa para cortar por completo essa má predestinação. Com o afastamento dos quatro filhos do seio familiar e com o filho mais velho doente com tuberculose que na época era uma doença incurável, o amanhã era muito obscuro. Eda já não se importava mais consigo e desejava apenas que Deus salvasse os seus filhos e o seu marido.  

   Parando para refletir, Ela percebeu que esta predestinação provia desde a geração do pai adotivo Kinjiro e atualmente estava sendo mostrado no filho Yoshiaki. Desde o inicio da fé de Eda, Yoshitomo ficou bastante próximo aos ensinamentos do Tenrikyo. E mesmo não acreditando tanto quanto Eda e mesmo sendo contra a ida dela para realizar o Curso de Doutrina de seis meses na sede, devido a fraqueza física de Eda, Yoshitomo deu seu consentimento. Creio que tenha sido isso que o fizera obter algum desejo ou esperança em relação ao Tenrikyo.  E em agosto de 1924, além do sentimento de gratidão por seu marido, Eda regressou com o espírito alegre e determinado à Jiba. Rapidamente meio ano se passou desde o regresso de Eda à Jiba; e durante esse tempo, quem se encarregou dos afazeres diários da casa foi uma missionária da mesma igreja da Sra. Maruyama chamada Yumi Oman. Mesmo sendo uma casa de alguém que havia contraído a tuberculose, ela dedicava diariamente sem restrição alguma aos serviços desde o primeiro dia em que Eda partiu à Jiba. Yoshitomo ficou impressionado com tal atitude e pensou: “Como é possível alguém se dedicar tanto assim a uma pessoa sem conhecer direito e sem retribuição alguma? O que eles iriam ganhar mandando minha esposa ao Curso sem cobrar nada?”. Vendo a sinceridade das pessoas que pertenciam ao Tenrikyo, Yoshitomo mudou radicalmente o seu olhar sobre elas. A sinceridade do hinokishin havia mudado o seu coração e ele começou a achar maravilhoso o caminho da salvação mútua.  Assim, o casal percorreu junto o caminho da fé, que até então haviam caminhado um longo período sob a sombria tempestade. Com o caminho da fé, viu o céu se abrir, clareando tudo a sua volta, sentindo apenas o calor do sol batendo em seus rostos.

   Yoshiaki que já estava bastante fraco e desnutrido melhorava um pouco, mas, se agravava novamente. Até que uma lagrima riscou o seu rosto e abrindo seus olhos disse: “Pai, mãe, obrigado por cuidarem de mim esse anos todos”. “Obrigado.” “Me desculpe por não ter servido muito...”  Yoshiaki pediu desculpas por causar sofrimento aos pais, por preocupar os irmãos e desejava ver a família reunida novamente algum dia. Desesperado Yoshitomo chorou como nunca havia chorado antes e derramando lagrimas de arrependimento começou a dizer: “Êxito social, posição e fortuna pra que?” “De que me adianta se eu não consigo salvar um filho sequer?”. Yoshitomo percebendo sua predestinação, decididamente falou: “Há 26 anos vivi como professor e fiz de tudo por meus ideais e de agora em diante mudarei completamente isso.” Ele foi à igreja, e diante de Deus, jurou que de agora em diante ele iria se dedicar unicamente a Deus e a salvação universal. Quando voltou a sua casa, contou a sua esposa e a seu filho sobre a sua decisão e um pouco depois, Yoshiaki, com um sorriso estampado no rosto, silenciosamente suspirou pela última vez e selou sua jornada nesta vida.
 
 
O TENRIKYO NA VIDA DO PRIMAZ DA IGREJA AMAZÔNIA
 
   Um ano vivendo isolado da família em Dairen na China, Tateo sente a solidão em seu dia-a-dia, porém, ele vivencia ricas e variadas experiências. Nesse tempo, não se sabe o que Tateo sentia em seu interior, e influenciado por uma pessoa cristã se torna um fiel do Cristianismo, que na época, foi o único ensinamento religioso que ele tomou conhecimento. Tateo mais tarde é transferido para uma filial do banco em Tintao (China). E devido ao senso de responsabilidade e a solidão que sentia por não ter a sorte de estar com a família, Tateo chama para si o seu irmão mais novo Azuma e o coloca para estudar na Escola Ginasial de Tintao.  Tateo, além de sua sinceridade no trabalho como bancário e suas relações com o cristianismo, tinha uma variedade imensa de passatempos como praticar tênis, pintura, violino, literatura, artes plásticas, leitura de ciências e medicina, alpinismo e até judô. Nas relações sociais viveu uma juventude muito agradável. Porém, sentia em seu interior, uma insatisfação que cada dia se acumulava cada vez mais. Sentia também que trabalhar como bancário não combinava com ele.

   Em março de 1928, animado, ele volta ao Japão. Ele não tinha conhecimento que o fato dele voltar era um encaminhamento de Deus. Tateo imediatamente foi a Igreja Honshiba ver seus pais. Foi um lindo reencontro depois de longos 10 anos. Yoshitomo e Eda, ao vê-lo, ficaram muito felizes. Devido a morte de Yoshiaki, Yoshitomo queria que seu segundo filho Tateo herdasse ou desse continuidade ao Caminho que ele e Eda estavam trilhando. Mas, Tateo explicou aos pais que ele estava indo à Hokkaido para fazer um trabalho cristão. Yoshitomo e Eda tentaram convence-lo a ficar em Tokyo, mas, ele já havia se decidido que o melhor seria viver naturalmente de acordo com o seu interior e estender por este imenso mundo o seu sonho. Mesmo porque ele não tinha onde ficar em Tokyo e não poderia ficar dependendo de seus pais que estavam vivendo na igreja. Ele entendera bem a vontade dos pais, mas também, achou que não poderia deixar de seguir os seus sonhos e suas vontades.

   Devido à predestinação da família Maruoka, tanto Yoshitomo como Eda, achavam que Tateo deveria viver na fé; e pensando assim, pediu que Tateo regressasse à Jiba.  Devido a sua devoção e pelos pais estarem pedindo tanto, ele se pergunta que fé é essa que os pais tanto confiam? E o lugar chamado Jiba, como será? Sem pensar muito, aceita esse pedido. Em 20 de maio, regressa à Jiba e faz a preleção do Besseki. Depois de fazer o que os pais lhe solicitaram, se despede dos pais e viaja à Hokkaido para realizar o trabalho que havia assumido. Logo após, Yoshitomo e Eda foram instruídos no dia 25 de junho de 1928 por Akiyo (Condutora da Igreja), a irem fazer divulgações em Itabashi (Tokyo). Na maioria das vezes, Yoshitomo era designado a fazer os serviços da Igreja Honshiba e Eda é quem saia para fazer as divulgações. Assim, em 03 de outubro do mesmo ano, foi estabelecida a Casa de Divulgação de Honnoboru em Itabashi.

   O Sr. Tateo Maruoka mais tarde, se tornaria o segundo Condutor da futura Igreja de Honnoboru. Em Hokkaido, ele começa a trabalhar com o grupo cristão, conhece e contrai matrimônio com a Sra. Midori Hashizume que também fazia parte do grupo cristão. Permanece trabalhando junto com sua esposa em Hokkaido até ser comunicado do retornamento físico de seu pai Sr. Yoshitomo. Teve que retornar a Tokyo e depois dos inúmeros pedidos e insistência por parte de sua mãe Sra. Eda, decide fazer o curso sobre a Doutrina do Tenrikyo de seis meses em Jiba e toma posse do cargo de II Condutor da Igreja de Honnoboru na cidade de Itabashi. Sua esposa mesmo sem muito aceitar inicialmente, resolve seguir junto com o marido nesta nova jornada. Aos 64 anos, repassa o cargo de Condutor ao seu primogênito Sr. Megumu Maruoka e parte para divulgar os ensinamentos do Tenrikyo na Região Amazônica no Brasil, deixando sua esposa, seus filhos em Itabashi.
 

DIVULGANDO O TENRIKYO NA AMAZÔNIA
 
   Após a instalação e fixação dos irmãos Takashi e Azuma Maruoka no Baixo Amazonas ( Cidade de Juruti – Pará ) e posteriormente, em Belém,   sentiram  uma  grande necessidade  em divulgar os Ensinamentos do Tenrikyo às pessoas que moravam naquelas localidades tão longínquas e tão carentes de tudo. Eles então escreveram uma carta ao II Shimbashira  Shozen Nakayama, solicitando a instalação de uma Casa de Divulgação do Tenrikyo nesta região.

   Em Agosto de 1966 uma Equipe do Japão composta pelo Condutor da Igreja – Mor de Honshiba, o Sr. Akihiro Shirokihara e Megumu Maruoka chegam a Belém para fazer uma visita para reconhecimento da região. E em agosto de 1968 o Condutor da Igreja de Honnoboru, Sr. Tateo Maruoka após repassar a condução desta Igreja para o seu filho mais velho, deixa sua esposa no Japão e com uma idade já avançada, parte sozinho rumo ao Brasil para realizar o Missionamento na Região Amazônica. Instalando-se inicialmente na localidade denominada de Coqueiro no Município de Ananindeua-PA. Neste local iniciou com uma pequena plantação de hortaliças e criação de galinhas poedeiras.

   Em setembro de 1969 chegam ao Brasil, a convite do Primaz, seu filho mais novo, Yoshio Maruoka e esposa Kuniko Maruoka e o Sr. Akira Fujino e esposa Tsuyako Fujino para juntar-se no missionamento desta região. Em outubro de 1969 fundaram a Casa de Divulgação Amazônia que se tornou o cerne para o estabelecimento da Igreja Tenrikyo Amazônia. Além do missionamento o Reverendo Tateo Maruoka se integrou no Centro Cultural da Colônia Japonesa local sendo referência e muito respeitado pelos participantes, iniciando uma escola de língua Japonesa para os filhos da comunidade japonesa local que perdura até hoje e tem importância histórica relevante por ter sido precursora nesta atividade.

   Em 1971 recebeu a visita do Condutor da Igreja – Mor de Honshiba que adquiriu um terreno próximo da BR 316 no KM 03 ainda na cidade de Ananindeua-PA onde construiu um recinto para reverência. Esta travessa futuramente recebe a denominação de Travessa Tenri em reconhecimento a este ensinamento pelas autoridades locais. No ano seguinte, regressou a Jiba para as comemorações de 60 Anos da Igreja – Mor de Honshiba. Como essa era uma época que antecedia os 90 Anos de Ocultamento Físico de Oyassama, fez uma determinação espiritual de fundar uma Igreja e, portanto, solicitou permissão para tal. Retornou ao Brasil com a autorização da Sede.

   Em 18 de fevereiro de 1972 iniciam-se as obras de construção da Igreja Amazônia. Na noite do dia 13 de julho de 1972, ao regressar de uma reunião no Centro Cultural Pan Amazônico; o Primaz e futuro condutor da Igreja Amazônia que seria inaugurada em pouco tempo, sofreu um acidente e retornou bruscamente. O inesperado retornamento físico do futuro condutor aos 68 anos de idade trouxe um problema urgente que foi orientado pela Igreja Mor de Honshiba que o seu filho mais novo Sr. Yoshio Maruoka assumisse como II Condutor desta Igreja. Para isso ele deveria regressar imediatamente à Jiba e poder atender ao cronograma inicial de inauguração que seria no dia 20 de agosto de 1972. A permissão para o Sr. Yoshio Maruoka como II Condutor foi concedida no dia 26 de julho de 1972 e assim, a Cerimônia de Assentamento da Igreja Tenrikyo Amazônia realizou-se no dia pré-determinado com a presença do Condutor da Igreja-Mor Akihiro Shirokihara e de vários representantes, do Condutor da Sede Missionária do Tenrikyo no Brasil – Dendotyo, o Primaz Chujiro Otake, uma equipe da Associação dos Moços do Tenrikyo do Brasil que muito ajudou nos preparativos iniciais e muitos outros convidados da região.

   O repentino retornamento físico do Primaz Tateo Maruoka foi um grande “NÓ” para todos os fiéis desta igreja, porém graças ao esforço conjunto e a ajuda mútua de todos os fiéis desta igreja e de outras igrejas, fizeram com que deste “NÓ” surgissem muitos brotos, que ainda hoje a Igreja Amazônia continua colhendo. Mesmo tendo como condutor o Reverendo Yoshio Maruoka, jovem e inexperiente, esta igreja conseguiu crescer, realizar diversas atividades em prol desta região nas diversas modalidades e ainda hoje procura diversificar e realizando novas atividades que possam trazer benefícios maiores para esta comunidade da região entorno e mesmo em outros locais bem mais afastados, levando os ensinamentos divinos e fortalecendo também os vínculos entre os fiéis. Hoje, a Igreja Tenrikyo Amazônia conta com dezoito Casas de Divulgação e um Centro de Divulgação situadas em diversos locais na Região Norte e também em outras regiões do Brasil. Realiza diversas atividades de divulgação deste ensinamento, sócio-culturais e educativas como a Escola de Língua Japonesa e demais atividades; ainda sob a condução do II Condutor Yoshio Maruoka.










 
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